
Após a deslocação feita a Barqueiros, com o intuito de se informar sobre a situação das crianças ciganas, o candidato a Deputado pelo Círculo de Braga, Manuel Monteiro entende dizer o seguinte:
1. A população de Barqueiros não é racista. Qualquer ideia que tente imputar um sentimento de xenofobia por parte dos habitantes de Barqueiros tem de ser firmemente rejeitada.
2. O que se passa em Barqueiros é antes de mais um testemunho da falência do Sistema Educativo Português, destruído ano após ano após a Revolução de Abril. A manutenção de uma escolaridade obrigatória completamente desajustada da realidade, conduz a situações que colocam os alunos e as escolas em posições de desequilíbrio e manifesta falta de capacidade para harmonizar crianças de 6 e 7 anos com jovens de 14, 15, 16 e 18 anos.
3. É inconcebível que se coloquem lado a lado crianças e jovens adolescentes, e até jovens de maior idade. Nesta questão reside o cerne do problema e, infelizmente, todos se calam perante tais factos.
4. Entende o Candidato Manuel Monteiro que a não discriminação de jovens, seja qual for a sua etnia, passa fundamentalmente pela alteração profunda do Sistema Educativo Português e da actual escolaridade obrigatória.
5. Não sendo admissível que se coloquem crianças ciganas isoladas das outras crianças, consideramos também ser criminoso fazerem-se experiencias nos alunos portugueses de projectos, ou teorias, concebidos em laboratórios destruidores da Educação Nacional. Quem tem 14 ou mais anos, não pode simplesmente estar nas mesmas salas com crianças de 6, 7 ou 8 anos. Este princípio tem de ser aplicado para todos os alunos seja qual for a cor da sua pele.
Movimento Missão Minho
Braga, 18 de Março de 2009
1. A população de Barqueiros não é racista. Qualquer ideia que tente imputar um sentimento de xenofobia por parte dos habitantes de Barqueiros tem de ser firmemente rejeitada.
2. O que se passa em Barqueiros é antes de mais um testemunho da falência do Sistema Educativo Português, destruído ano após ano após a Revolução de Abril. A manutenção de uma escolaridade obrigatória completamente desajustada da realidade, conduz a situações que colocam os alunos e as escolas em posições de desequilíbrio e manifesta falta de capacidade para harmonizar crianças de 6 e 7 anos com jovens de 14, 15, 16 e 18 anos.
3. É inconcebível que se coloquem lado a lado crianças e jovens adolescentes, e até jovens de maior idade. Nesta questão reside o cerne do problema e, infelizmente, todos se calam perante tais factos.
4. Entende o Candidato Manuel Monteiro que a não discriminação de jovens, seja qual for a sua etnia, passa fundamentalmente pela alteração profunda do Sistema Educativo Português e da actual escolaridade obrigatória.
5. Não sendo admissível que se coloquem crianças ciganas isoladas das outras crianças, consideramos também ser criminoso fazerem-se experiencias nos alunos portugueses de projectos, ou teorias, concebidos em laboratórios destruidores da Educação Nacional. Quem tem 14 ou mais anos, não pode simplesmente estar nas mesmas salas com crianças de 6, 7 ou 8 anos. Este princípio tem de ser aplicado para todos os alunos seja qual for a cor da sua pele.
Movimento Missão Minho
Braga, 18 de Março de 2009
